Essa noite fui fechar os olhos para dormir e danei a pensar em você. Em mim. Em nós. Criei cenas, diálogos, momentos, e em meio a esses pensamentos me peguei rindo atoa de toda a situação. Foi realmente muito bobo, mas ao mesmo tempo tão incrível. Foram apenas alguns minutos pensando, sonhando e sentindo aquela sensação de ter ido aos céus e agarrado a nuvem mais macia de todas, a ponto de não querer soltá-la nunca mais. Na verdade eu não queria acordar não, porque para acordar eu precisava te perder, e se eu te perdesse, eu me perdia. Foi quando despertei e fiquei triste outra vez.
segunda-feira, 28 de julho de 2014
Falta? Não!
Não sinto a sua falta. Falta eu sinto de quando era pequeno e minha mãe me colocava para dormir todas as noites. Falta eu sinto do tempo que perdia assistindo aqueles velhos desenhos animados. Falta eu sinto de brincar na rua até tarde com os amigos. Falta eu sinto de chorar por causa dos meus joelhos ralados, ou chorar por causa que meus pais me negavam algo que eu tanto queria. E como chorava viu. Falta? Falta eu sinto de muitas coisas, mas de você eu não sinto falta não… De você eu morro de saudade.
Aí você conhece uma pessoa. Ela te diz coisas que você nunca escutou, te faz sorrir como nenhuma outra pessoa fez, cria planos que você nunca imaginou, te faz sonhar com o que você nunca viveu. Depois a pessoa vai embora, você sente saudades do que nunca foi seu e se sente idiota como nunca se sentiu.
Eu queria entender o que passa no coração da gente; o que ele pensa cada vez que faz força pro sangue fluir, se ele realmente se quebra em pedacinhos ou se é só uma expressão que a gente inventou em algum momento da vida. eu queria entender o que passa no coração da gente; se ele pensa que é maior que a razão, se ele sofre de um complexo de inferioridade um tanto quanto irônico ou se ele não sabe porra nenhuma de nada. eu queria, mesmo, entender o que se passa na voracidade dessa maquina de bombear sangue, nesse troço nojento que diz se a gente vive ou se a gente morre; eu queria saber como é ter um ataque do coração, se é ele que me ataca o tempo todo; dar um tiro nele pra ver se vive, pra ver se vê, pra ver se para de ser assim; emburrado, manhoso, chorão.
quarta-feira, 18 de junho de 2014
Você cresceu. Parou de perguntar pra sua mãe se era pra lavar o cabelo e entendeu o momento certo. Parou de pedir pra ela ajeitar seu material escolar pro dia seguinte e aprendeu a corrigir seus próprios deveres de casa. Aprendeu a mexer no computador assim como aprendeu a se viciar nele. Você deixou de precisar que os amigos dos seus pais tenham filhos para que você seja amiga deles, você aprendeu a fazer suas próprias amizades. Além disso, você aprendeu a ver quem são seus amigos verdadeiros e quais são os falsos, aproveitadores. Você aprendeu que o preconceito é algo ridículo e começou a formar sua própria opinião. Você caiu várias vezes por estar correndo, mas aprendeu que o remédio faz aquela dor sarar. Você chorou quando caiu, você chorou quando seu corpo estava todo machucado, mas mesmo assim você continuou a brincar. Você cresceu garota, você cresceu e aprendeu a cuidar de seus próprios problemas. Você aprendeu tudo isso e agora vai deixar que um garoto acabe com toda tua força e felicidade que veio conquistando até aqui ? Limpe a maquiagem e sorria, você merece muito mais do que garotos infantis.
quinta-feira, 5 de junho de 2014
sábado, 31 de maio de 2014
Insistir em algo que nunca da certo é como calçar um sapato que não serve mais. Machuca, causa bolhas, as vezes até sangra. Aí você percebe que o melhor é ficar descalço. Deixar totalmente livre o coração, enquanto vive. Deixar livre os pés, enquanto cresce. Porque quando a gente vai crescendo, o número muda. E o que você insistia em por, não lhe serve mais. As vezes na vida, você tem que esquecer o que você quer, para começar a entender o que você merece...
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